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                == PASSOS PARA A VIVÊNCIA DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO: ==

1o - Avaliação da caminhada 2012 e diagnóstico da realidade do estado do ponto de vista popular:

      I – Avaliar as ações da RECID no estado a partir do planejamento de 2012.
      II – Complementarmente, responder as 5 questões avaliativas a partir dos objetivos
      do convênio - As atividades do convênio contribuem para: a) o protagonismo
      popular/social; b) o protagonismo da juventude; c) o debate sobre o processo de
      democratização da comunicação e comunicação popular; d) para a articulação
      política; e) para a produção de saberes em relação à educação popular. Escolher e
      descrever uma experiência que dialogue com um dos campos articulando, em sua
      descrição, os limites, os aprendizados e desafios. Fazer avaliação individual de cada
      educador/a contratado/a. Enviar a avaliação e a descrição da experiência. Este
      ponto deve ser enviado em separado do restante do planejamento.
      III – a) Descrever a realidade mais ampla (econômica, política e cultural); b)
      Descrever a realidade dos territórios e grupos com os quais se vai atuar; c) Sintetizar
      os principais problemas e desafios colocados pela realidade.
      IV - Estudo e debate do texto: Projeto Popular para o Brasil (anexo 5): É importante
      relacionar os desafios da realidade, situando e retomando o horizonte político e a
      opção metodológica que a Recid faz em seu Projeto Político Pedagógico como ponto
      de Partida.

2o - Identificar 5 linhas prioritárias de ação da Recid no estado:

      As linhas prioritárias são os campos/áreas onde a Recid vai focar sua ação e recursos
          humanos e financeiros; Na teoria do planejamento, os desafios são transformados em
          linhas do planejamento.
      Além da análise da realidade, as linhas de ação do estado precisam dialogar com o Plano
          de Trabalho 2013 da Recid, bem com seu Plano Trienal 2012-2014 e com os objetivos do
          novo convênio CAMP/SDH (anexo 10
      Descrever o que será feito (ações) para desenvolver cada uma delas, bem como o para
          quê (objetivos), quem fará e em que tempo;
      É importante, ao definir as linhas, fazer um bom debate entre o sentido político mais
          amplo da Recid expresso em seu PPP (construção do Projeto Popular mediado por uma
          metodologia dialógica e dos princípios da educação popular) e o sentido estratégico das
          linhas de ação a serem assumidas como foco da ação da Recid no Estado, levando-se
          em conta a realidade onde vai atuar.

3o - Elaborar, a partir do PNF da Recid e das linhas prioritárias de ação, o Programa de Formação Estadual que contemple:

       a) Atividades formativas estaduais (encontros intermunicipais)
       - Temas (que dialoguem com os desafios, problemas e análise da realidade)
       - Etapas/assessorias
       - Articulação de ações (escolas, jornadas, cursos, Comunicoteca...)
       b) Atividades pedagógicas locais (oficinas)
       - Descrever como se dará o processo das oficinas, desde o seu planejamento,
      temas, articulação com os temas de aprofundamento mais amplos e com as lutas
      populares do estado e com os desafios do Plano Trienal 2012-2014.
       c) Processo de estudo e reflexão coletiva dos educadores/as

4o - Reflexão da práxis, sistematização da experiência e avaliação permanente

      Retomaremos, com maior intervalo de tempo, a organização das cartas pedagógicas,
          sendo 1 por semestre – A partir das orientações do instrumental (anexo 4), garantir
                                                                                                6
        momento de reflexão coletiva sobre a prática da Recid e sistematizar este conjunto de
        reflexão na Carta Pedagógica semestral.
      Balanço político e pedagógico e avaliação a cada seis meses a partir do instrumental a
        ser apresentado no Encontro Nacional de Gestão.

5o - Cronograma estadual

     Datas do Programa de Formação Estadual
     Datas das reuniões dos coletivos ampliados do estado
     Datas das reuniões de educadores/as
     Datas dos encontros (estaduais e micros)

6o - Organicidade da Recid no Estado:

      A partir das diretrizes organizativas do Plano Trienal da Recid 2012-2014,estabelecer/descrever:
    A organicidade da Recid no Estado (grupos, coordenações, coletivos, reuniões,
      periodicidade, capilaridade, grupos acompanhados, articulações políticas)
    Como se dará o processo de gestão do Estado na perspectiva compartilhada.








6º Organicidade da Recid no Estado:Editar

A partir das diretrizes organizativas do Plano Trienal 2012- 2014 estabelecer/ descrever: Organicidade da Recid no Estado ( grupos, coordenações, coletivos, reuniões , periodicidade, capilaridade, grupos acompanhados, articulações politicas).

  • Coordenação Pedagógica: É composta por todos os educadores contratados mais educadores voluntários escolhidos e que se disponibilizam participar, na reunião ampliada que possui características deliberativas e é de ampla participação composta de todos os grupos e movimentos que se articulam através da Recid. Essa coordenação tem caráter executivo de articulação das demandas discutidas nos planejamentos.
  • Reunião ampliada: espaço de formação, avaliação, planejamento e deliberação, participam todos os grupos acompanhados que compõe a Rede de Educação Cidadã Distrito Federal e Entorno
  • Gtś: Grupos de Trabalho e Educadoras e educadores de Referência: Grupos de trabalho temático e com caráter mais operacional para organizar e encaminhar as questões pedagógico/ formação, comunicação, gestão e articulação política. Sua organização será pautada e organizado coletivamente.
  • Reuniões: Espaço de discussão e construção dos processos organizados pela Recid,podem ser reunião da coordenação pedagógica, reuniões dos Gtś, reunião ampliada, e reuniões locais de articulação para preparação tanto de oficinas quanto seminários. Sendo que os espaços construídos pela Recid DFE são espaços que geram processos, dificilmente não estão articulados a espaços de construção anterior a eles.
  • Periodicidade: reunião da coordenação pedagógica acontece uma vez por semana, reuniões do Gtś sempre que necessário, reunião ampliada de dois em dois meses.
  • Fluxo de funcionamento: dos grupos acompanhados será indicado uma ou duas pessoas responsáveis para participar da reunião ampliada, oxigenando a articulação entre a rede e os grupos que a compõem. A reunião ampliada local de formação, avaliação e planejamento se retirará os participantes da coletivo estadual (aqui chamada de coordenação pedagógica) lugar de discussão e encaminhamento do plano de trabalho discutido e construído na reunião ampliado, os gts, funcionam como grupos temáticos que apoiam e dão celeridade a assuntos que necessitam atenção especial de ordem organizativa/ formativa e de articulação politica.

  • Grupos acompanhados e Articulação Politica, e Capilaridade:

Articulação Politica

Grupos acompanhados ( trabalho sistemático, oficinas)

Articulação com o Governo

Carácter misto, sociedade civil e estado.

Articulação movimentos sociais e populares

Escolas e Universidades

PJ, Hip Hop, Bicicletada,

Sedhest

Conselho de Saúde

Coletivo Familia Hip Hop, Artsan,

UNB( Universidade de Brasília)

MST, MTD,

Secretaria de Cultura

Conselho Municipal do Direito da Mulher

MST, MTD, MAB, MPA, MMC, MATR

Escolas de Sta Maria CEF 210 e CEM 404

Forum de Juventude Negra do Distrito Federal e Entorno

Secretaria Promoção Racial

Conselho de Cultura

CEBI, PJ, Forum de São Sebastião,

Articulação de Mobilidade urbana

Escola Municipal Cora Coralina

Plpś, Feirantes Trabalhadores e Trabalhadoras autônomos de Samambaia,

Conselho de Saúde de Samambaia

Secretaria da Juventude

Conselho de Juventude

Grêmio Estudantil das Sta Maria CEF 210 e CEM 404, Fórum de Juventude Negra Distrito Federal e Entorno, Levante da Juventude,

Colégio Estadual Princesa Daiana,

Escola Estadual Maria Pereira Vasconcelos

ME, Inclusão Digital, Escola Florestan Fernandes

APOCE Associação Popular de Cultura e Educação

Escola Florestan Fernandes

  • Capilaridade atingimos as Regiões administrativas do DF e municípios do entorno: Águas lindas, Brazlândia, Ceilândia, Jardim Ingá, Luziânia, Plano Piloto, Santa Maria, São Sebastião, Valparaíso.

Observação: ações como a Escola de Educação Popular, Seminários e Rodas de Conversas da Recid se estendem para outras Regiões Administrativas e Municípios visto que o convite é publico e sem restrições. As regiões descritas acima são as localidades onde ocorrem as oficinas um trabalho mais sistemático e de acompanhamentos.

Como se dará o processo de gestão do Estado na perspectiva compartilhada no Estado:

Depois de um processo denso de avaliação sobre a gestão e resgatando todos os matérias referentes a construção de uma gestão compartilhada foi feita a constatação que ela ainda precisa ser efetivada. Tudo o que conseguimos até o seguinte momento é que salvo algumas ações isoladas, ela ainda não se efetivou pois é necessário uma desconstrução dos valores e formas de fazer capitalista, que precisam ser desconstruídos para que novos olhares, e um novo animo se instalem nas nossas futuras construções. Para tanto temos um material vasto sobre a Gestão no nosso Caderno de Gestão que é fruto de construção coletiva e que poderão torna-se concretos a partir desta caminhada que não é nova e ainda bem que não é, assim podemos avaliar e jogar de lado o que foi erro e juntar as boas praticas para reforçar o que futuramente se tornará acerto. Tratar que a pessoa de referencia seja antes de tudo um facilitador que ira contribuir para divisão e entendimentos dos processos necessários para se efetivar uma boa gestão compartilhada. E que todos os educadores sejam eles voluntarixs e contratadxs tomem pra si e se corresponsabilizem nessa construção. Teremos uma reunião mensal para tratar dos processos de gestão

GESTÃO COMPARTILHADA NA REDE DE EDUCAÇÃO CIDADÃ

O principal referencial para as ações da RECID é o Projeto Político Pedagógico. Destacamos abaixo os princípios e diretrizes do mesmo que se referem a gestão compartilhada:

Principio 6o: compromisso com o processo formativo para todos (as) envolvidos (as), garantindo a intencionalidade política deste, o exercício de papéis diferentes entre educadores (as) e educandos (as), momentos de planejamento, de estudo aprofundado, de registro, de sistematização e de avaliação.

Diretriz 6.3: Criar e utilizar instrumentos coletivos de planejamento, acompanhamento contínuo, registros, sistematização e avaliação dos processos de formação permanente nos diferentes núcleos da Rede de Educação Cidadã (famílias, grupos, lideranças, educadores/as, etc), tendo como base a metodologia Freireana, de forma coletiva e participativa, desencadeando um processo de libertação.

Principio 7o: Dialogicidade

Diretriz 7.4: vivenciar e refletir processos de critica fraterna e autocrítica tendo em vista o exercício da capacidade de escuta e humildade, para a construção de novas relações.

Principio 11o: Identidade, horizontalidade e organicidade da Rede

Diretriz 11.2: Fortalecer e ampliar espaços de discussão para tomada de decisões, explicitando os conflitos e problematizando as relações de poder na Rede de Educação Cidadã.

Diretriz 11.3 Estruturar, fortalecer e garantir a identidade da Rede de Educação Cidadã em um processo de gestão política colegiada, pedagógica e econômica, compartilhada, alternada, horizontal e transparente, evitando estruturas hierárquicas de poder.

Diretriz 11.4 Garantir e aprofundar a construção da autonomia e da sustentabilidade da Recid.

Gestão Compartilhada – O QUE É?Editar

Gestão Compartilhada é a forma de planejamento, utilização e prestação de contas dos recursos e processos. Por ser uma “forma”, a Gestão Compartilhada relaciona-se muito intimamente com a organicidade de Rede, com a gestão político-institucional e com a compreensão da totalidade dos processos em rede.

A Gestão Compartilhada não é um fim em si; ela é um instrumento a serviço dos objetivos da Recid; é um meio, por isso deve ser coerente com os princípios e diretrizes do Projeto Político Pedagógico.

O PPP caracteriza-se por propor a transformação social de um mundo organizado em valores e relações capitalistas para um mundo organizado a partir de relações e valores de solidariedade e não capitalistas. Portanto, a gestão dos recursos da Rede encontra-se em conflito com as regras de gestão ditadas pelo marco legal brasileiro de um Estado de Direito, contudo, capitalista. A gestão de recursos oriundos deste Estado, destinados a processos formativos/educativos é possível, mas isso exige um esforço extraordinário por parte de todos/as envolvidos/as para a realização das atividades propostas pela Rede.

A Recid, ao longo desses anos, vem otimizando a utilização do dinheiro público de forma democrática e com uma finalidade político-pedagógica, que além de pública deve ser popular e emancipatória. Ou seja, na Rede o dinheiro público deve ser utilizado com o povo e para finalidades populares. Este recurso deve construir relações de solidariedade que enfrentem as desigualdades materiais, as opressões e permitam ao povo entender como funciona o Estado. Numa dinâmica em que as pessoas saem de uma postura passiva para uma postura ativa, participantes como sujeitos do processo.

Neste sentido, a Gestão Compartilhada aponta para a autogestão dos recursos, em que as pessoas têm papeis diferentes, vivenciam uma experiência educativa de gestão e não reproduzem relações autoritárias. O maior desafio neste campo é promover o debate com o Estado, conhecer a fundo e propor alternativas que sejam consideradas e aceitas no atual marco regulatório do repasse de recursos do Estado para projetos emancipatórios de finalidades popular e transformadora.

Aos princípios da administração pública (eficiência, moralidade, impessoalidade, legalidade, publicidade e transparência) devem somar-se a democratização e a finalidade de construção do Projeto Popular na Gestão Compartilhada da RECID.

Para a Rede de Educação Cidadã a Gestão Compartilhada caracteriza-se por:

  • Gestão de recursos e dos processos como uma forma de organização, de compreensão do todo e de vivência político pedagógica;

  • Co-responsabilidade e ampla participação nos momentos de planejamento, execução e avaliação;

  • Ser instrumento para consolidação dos objetivos políticos da Rede, por isso deve ser coerente com o PPP;

  • Garantir a sustentabilidade política e pedagógica da ação em rede.

POLÍTICA DE GESTÃO COMPARTILHADA DA RECIDEditar

LINHA' '1:' 'Sustentabilidade

  • Garantir a continuidade do convênio sem interrupções, elaborando estratégias em coerência com o PPP;

  • Garantir recursos no orçamento da união para a Rede;

  • Elaborar uma política de sustentabilidade que vá além de convênios/recursos;

  • Fortalecer a organicidade para colocar em prática alternativa de sustentabilidade;

  • Mapear editais e atividades de produção para viabilização de sustentabilidade;

  • Avaliar as parcerias com entidades âncoras continuadamente;

  • Aprofundar a concepção de gestão compartilhada e vivenciá-la;

  • Realizar oficinas de elaboração de projetos para fomentar o debate de sustentabilidade, captação de recursos e identificar financiadores públicos, estatais e não estatais que apóiam as organizações populares, desde que estejam em sintonia com o Projeto Político Pedagógico e o Projeto Popular para o Brasil.

  • Conhecer, estimular e fomentar outras experiências de sustentabilidade, buscando articular com os princípios da Rede;

  • Parceria com empreendimentos da economia solidária no acesso a insumos, serviços, e outros.

'LINHA' '2:' 'Marco' regulatório

  • Vivenciar o conceito de gestão compartilhada através da transparência e distribuição coletiva de responsabilidades;

  • Publicizar a prestação de contas de cada estado;

  • Fomentar a criação de escolas estaduais de formação continuada dos/as educadores/as, no campo político social e educação popular.

  • Investir em um Processo de Formação nos coletivos dos estados para conhecer o marco regulatório atual e propor o marco regulatório que queremos;

  • Apropriar-se de outros temas relacionados com a temática como, por exemplo, a legislação de associação e cooperativas (da economia solidária, camponeses, etc);

  • Fazer uma articulação com a Plataforma dos Movimentos Sociais a partir dos Estados para fortalecer a mobilização nacional de alteração do Marco Regulatório;

  • Aprofundar a concepção de gestão compartilhada para a construção da frente Popular para o Brasil. Exigências de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, e eficiência. Complementando-a com a democratização, vivência educativa da gestão e coerência com o PPP;

  • A Recid precisa identificar e enfrentar as demandas que vão além da criação de políticas públicas de Estado, compreendendo-as como parte de um processo que torne as classes populares autônomas em relação ao posicionamento ideológico dos governos, mas ao mesmo tempo indique o compromisso estrutural do Estado;

  • Garantir articulações com entidades, ONGs, movimentos, Ministério do Planejamento, entre outros, para desenvolver capacitação técnica, aos educadores/as envolvidos no processo de gestão compartilhada.

LINHA' '3:' 'Compartilhamento

  • Compartilhar o poder nas relações;

  • Democratização da elaboração do projeto (convênios) a partir das demandas reais dos estados, com base nas informações e decisões políticas;

  • Realizar reuniões ampliadas a fim de partilhar a gestão nos estados;

  • Garantir em todos os estados o planejamento conjunto da aplicação dos recursos, conforme as diretrizes políticos pedagógicas;

  • Construir e assumir um processo de formação continuada que avalie e aprofunde constantemente o processo de gestão compartilhada nos estados, macrorregiões e nacional, previsto em seus planejamentos;

  • Horizontalizar as informações das reuniões pelas representações das coordenações regionais e comissão nacional aos estados;

  • Informatizar o banco de dados de prestação de contas da Rede.

LINHA' '4:' 'Autonomia

  • Estruturar, fortalecer e garantir a identidade da Recid em um processo de gestão política colegiada, alternada e horizontal;

  • Refletir quanto ao conceito de autonomia dos sujeitos coletivos (movimentos) e em contrapartida estes sujeitos também precisam respeitar a autonomia da Rede;

  • Definir no coletivo espaço físico que assegure a estrutura e o fortalecimento da Rede, que funcione nos estados como referência organizativa preservando sua memória.

LINHA' '5:' 'Acompanhamento' 'pedagógico:

        • Efetivar, nos coletivos estaduais, a indicação da pessoa referência de cada estado;

        • Efetivar um registro por meio de cartas pedagógicas estadual - bimestrais encaminhado para a equipe pedagógica da Recid (CN, TN e Entidade Ancora Nacional);

        • Qualificar a construção do calendário único via site Recid;

        • Assegurar que a entidade âncora nacional devolva (mensal ou bimestralmente) aos estados uma leitura critica a partir da síntese dos relatórios;

        • Retomar o aprofundamento sobre a concepção de sistematização de Oscar Jara para qualificar os processos de registro e sistematização das experiências da RECID nos estados;

        • Qualificar a reflexão sobre o perfil das pessoas que são indicadas para cada espaço e atividades;

        • Priorizar o acompanhamento político e pedagógico aos Estados com mais fragilidade;

        • Aproveitar as reuniões, cirandas e encontros nacionais, regionais e planejamentos estaduais como espaços de acompanhamento da Rede (assegurar tempo e espaço nas programações);

        • Se apropriar dos relatórios e acúmulos dos encontros nacionais, macrorregionais e estaduais, observando os encaminhamentos;

        • Qualificar o fluxo de comunicação das decisões e encaminhamentos entre estados, CN, TN e entidades âncoras, utilizando mais permanente as ferramentas de comunicação.

Fonte: http://images3.wikia.nocookie.net/recid-dfe/pt-br/images/f/fe/Carta_Circular_n%C2%BA_01-2013-PLANEJAMENTO.pdf

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