FANDOM


P { margin-bottom: 0.21cm; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); widows: 2; orphans: 2; }P.western { }


  • ESTADO: GO

INTRODUÇÃO:

A pesquisa em Goiás se deu com o pensamento de pessoas ligadas ao teatro ao cinema, ao campesinato e ao poder público.

FALAS:

- Existe uma materialidade com que o Estado me engana. Acontece de um jeito e é divulgado de outro. As relações humanas, de irmandade, são enganadas com imagens veiculadas nas mídias. Meus representantes, eleitos pela maioria, fazem crer que o Estado cumpre seu dever, mas não cumpre, no máximo engana com promessas

- Teoricamente tudo funciona no Estado brasileiro. Temos o SUS, que é referência mundial em saúde, mas aqui sabemos que não funciona, porque tudo funciona de acordo ao sistema político

- Eu acho que vivemos num país capitalista sim. Nós vivemos hoje uma ditadura econômica e política que gera uma crise em tudo. Ai vem manifestação e junta o quebra-quebra pra desqualificar. É porque o Estado não está cumprindo seu papel e o povo está acordando para isso. É um sintoma para repensar nosso Estado

- Sou esquerdista. Discordo de como as divisões de cada secretaria ou órgão executam e avaliam o que é seu dever

- Para mim que sou cidadão consciente dos meus deveres e pago impostos, o Estado permite que eu utilize meu espaço político enquanto professor de arte, mas em geral a gente desconhece o que temos enquanto cidadania

- Eu trabalho no Estado, ele me paga. Poderia me pagar melhor. Votei, participo desse processo. Trabalho muito com as leis de incentivo, mas a maioria dos recursos tem que vir do privado

- Artista que nem eu parece morto de fome pedindo dinheiro ao Estado e ainda tem que ir na iniciativa privada

- O Estado trabalha muito para interesse de terceiros

- Até que ponto essas manifestações são do povo ou são articulação política para denegrir a imagem do governo. Eu sonho, mas sou desacreditado. Eu já recebi muita promessa como artista e nada foi cumprido. É esse povo que está cuidando do bem estar do povo

- Tem muita coisa que o Estado faz e que é preciso

- Somos robozinhos, porque temos que fazer tudo o que o Estado diz que é certo

- O Estado influencia em tudo, pois hoje não fazemos nada que eles não estejam sabendo

- O Estado nos representa em tudo, tudo o que fazemos é ditado por ele

- Desde pequeno, seguimos regras e somos educados para isso, pois somos acomodados

- Por falta do poder público, às vezes buscamos a igreja

- Não entendo nada de cultura, sou apenas um político (fala de secretário de cultura)



  • ESTADO: ES

INTRODUÇÃO:
Cristina
segue as falas significativas do ES - onde apesquisa foi realizada apenas no grupo de Cultura Afro Kisile - Serra ES


FALAS:
O que é o Estado:
"Estado Conjunto de alguma coisa que forma o País."
"Conjunto de organismo que forma a sociedade"

Características do Estado:

"Democracia liberal, Constituída de governos corruptos, com empresas que comandam esse governo, sem burocracia ( quanto mais burocracia + corrupção, pois são as mesmas regras para realidades diferentes)"
- "Governo corrupto, sistema politico opressor"


Como Estado se manifesta na sua vida:
- "impondo um monte de deveres, fala-se em estado de direito, mas é um estado de deveres"
- "quando me obriga a votar tirar carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho"


Como você percebe o Estado em sua vida concreta
quando ele não cumpre suas obrigações e ainda culpa a população
- quando sou obrigado a fazer algo ou ações e se não o fizer é porque não estou usando minha cidadania

ESTADO: XXXXXXXXXXXX


INTRODUÇÃO E FALAS:

P { margin-bottom: 0.21cm; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); line-height: 115%; widows: 2; orphans: 2; }P.western { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 11pt; }P.cjk { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 11pt; }P.ctl { font-family: "Times New Roman",serif; font-size: 11pt; }

Rede de Educação Cidadã

Ciranda Nacional da RECID

WELLINGTON NETO DA SILVA

DIAGNÓSTICO DA REALIDADE LOCAL E LEVANTAMENTO DE FALAS SIGNIFICATIVAS

  1. Diagnóstico

O município de Messias – Alagoas faz parte da região metropolitana de Maceió, com sua localização na zona da mata Alagoana. Messias tem aproximadamente 16 mil habitantes de acordo com o ultimo senso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas-IBGE. Messias é considerado uma cidade dormitório, os pais e mães de famílias que não trabalham na lavoura da cana de açúcar ou como funcionários do município são obrigados a trabalhar na capital Maceió. Na sua história desde as ultimas décadas do séc. XIX vive sendo dominada por um grupo de famílias oligárquicas e de usineiros.

A cada seis meses a necessidade obriga dezenas de famílias a migrarem para outro estado, na maioria das vezes para os estados do Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais. Essas pessoas saem em busca de melhores condições de vida e muitas delas acabam também sendo escravas da miséria nestes estados. Além da falta de meios de sobrevivência como o emprego, a cada semana ouvirmos gritos e choros de mães desesperadas sobre o sangue derramado de seus filhos. A cidade passa por processo de extermínio de jovens, principalmente jovens negros, vítimas do sistema capitalista opressor no mercado do tráfico de drogas. De acordo com ultimo mapa da violência de 2012 do Instituto Sangari o município está entre as 100 mais violentas do Brasil, ocupando 31ª colocação e a 4ª no estado de Alagoas. Outro problema sério é a questão de moradia. Várias famílias foram despejadas no inicio deste ano depois de quase dez anos de ocupação.

  1. Sistematização de falas significativas a partir das questões propostas sobre o Estado.

A partir do que foi colocado sobre Messias pode-se interpretar que existe uma ausência muito grande de política do Estado brasileiro, política de Estado no sentido de política pública, gerando assim um poder paralelo que não contribui para a formação da pessoa na construção de um mundo mais livre.

Neste sentido de tentar identificar no pensamento concreto de algumas pessoas da cidade sobre sua concepção de Estado, resolvi conversar com um pequeno grupo de jovens de dez pessoas com faixa etária entre 16 a 30 anos, a maioria estudam na escola estadual da cidade, alguns são conhecidos como meninos do roque por se encontrarem geralmente ao sábado em uma praça, outros 3 acabaram de entrar para o ensino superior, dos dez apenas 3 trabalham. A partir das questões feitas, fiz o recorte de algumas falas significativas que foram surgindo. Falas significativas a partir dos textos que nos foram dados como referência de Antonio Gouveia e Paulo Freire

Questões propostas: Para você o que é o Estado? Quais as características do Estado Brasileiro? Como o Estado brasileiro se manifesta concretamente na sua vida?

Principais falas que surgiram da primeira pergunta que decidi considerar como significativa:

  • “o Estado é um espaço geográfico consistente por municípios que formam o estado de uma região”.


  • “ele é horrível, a pessoa nem sabe o que pensar mais dar levar a vida com ele”.

Principais falas que surgiram da segunda pergunta que decidi considerar como significativa:

  • “lento, motivo de vergonha. Sei não falar dele”


  • “faltam políticas que efetivem, mas é bem estruturado”

Principais falas que surgiram da terceira pergunta que decidi considerar como significativa:

  • “Se manifesta em forma de benefícios, porém não tenho quase nenhum”


  • “se manifesta oferecendo saúde e educação básica, o que tenho de concreto é só a educação de meus filhos”

  • “não se manifesta em nada em minha vida, mas tenho que votar e pagar impostos”.

A conversa foi muito proveitosa, algumas pessoas desse grupo também participaram de algumas ações puxadas pela Pastoral da Juventude do Meio Popular como contra o extermínio de jovens e contra o aumento das passagens. Nosso encontro durou cerca de 50 minutos, prometi aos meninos que não divulgaria suas fotos. Um deles colocou também que “é muito bom que a galera chegue perto pra conversar sobre essas coisas”. Neste sentido como encaminhamento haverá no fim deste mês um outro encontro na mesma praça para falar de outras coisas, os sonhos, as vontades etc.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------

PRAXIS DA EDUCAÇÃO LIBERTADORA FREIRIANA
PESQUISA PARTICIPANTE – PARA CIRANDA NACIONAL
Educadores populares – RECID - Mato Grosso.
1.      Rosenira de Freitas Barbosa
2.      Gloria Antônia M. Ticona
3.      Adriano Monteiro.
A pesquisa foi realizada no grupo de formação da ciranda de educação
popular da Recid MT. Em Cuiabá.
Falas significativas
      Tema gerador
(Visão da comunidade ou educando.)
1.      O estado é tudo para mim, porque tenho que sobreviver.
2.      “Porque eu tenho que fazer a minha parte, se o estado não faz a parte
dele?”
3.      Estado para mim é uma organização unida para o objetivo de exercer a
soberania sobre o povo e me subsidia todas as minhas necessidades.
4.      “As pessoas estão desacreditadas nesta política, porque eles apenas
falam, prometem, mas não cumprem.”
5.      “Quando se bate de frente com o chefe, o risco de ser remanejado de setor
ou horário é grande, pode até ser despedido.”
6.
7.      O Estado garante nossos direitos, o negro, indígena e sem terra não ocupa
seu espaço porque não quer.
8.      O estado brasileiro na época da ditadura era muito melhor por que não
havia tanto desordem.
9.      O governo difunde o preconceito a traves das cotas por que não permitem que
o negro conquiste seu lugar de igual para igual.

RECID MT.

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Também no FANDOM

Wiki aleatória